Casas sobre casas
Num laranja-tijolo
Num cinza telhado
No escuro da pobreza.
São lânguidas vidas na janela.
Amedrontadas,
No lar-presídio,
A margem da cidade,
Da sociedade,
Do abismo.
No refúgio noturno
Na chuva da morte,
Das balas sobre cabeças,
Nas casas sobre casas.
Um comentário:
Quem é este que relata?
Por que relata?
A contrução da imagem é boa, mas, eu me pergunto: e...?
Só uma provocação, pegue tudo e jogue fora...
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