segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Liana.

Há 20 anos calejados neste corpo,
Branco, quente, criança,
Tão inocente como ontem
Em um hoje de incertezas.

Esta carcaça jovem
É um livro em páginas incompletas
As marcas de cada um que por mim passa
E outras tantas que o tempo revela.

Há registros de mulequices nos joelhos
E da maternidade em tantas partes,
Memórias entrenhadas na pele
Nos olhos,
A caixa de intensos segredos.

A vida penetra
Neste ponteiros teimosos,
Cochicham
O quanto tudo de mim espera,
O quanto de Liana há de desabrochar.

Um comentário:

Robson Lima disse...

Este poema não diz a que veio e nem pra onde vai...
São palavras soltas de alguem que não sabe o que quer e o que é...
Se é para aceitar a propria condição de vida e se ver martir de si mesma, esta perfeito...
Esta mulher ja tem pelo menos 40 anos?
São só provocações, pegue tudo e jogue fora...