Desejos carnais
Do querer pele sobre pele
Pulsações entre pulsações.
Eloquente dança entre nossos corpos
Da música das respirações ofegantes
do toque, dos tons dos beijos
descontrolados na auge da sinfonia.
Descobrir o som do teu prazer
No delírio da posse
Descobrir o teu corpo e o perfume novo
transpirados na carne.
O sabor quente do te ter.
Nesta noite onde os ventos trazem sensações
Minha cama é uma eterna solidão
A tua espera.
15/02/09
Um comentário:
Nomear sensações na maioria das vezes não é nescessario, porém, entende-las sim... se entende com o toque, o cheiro, o olhar, etc... como transpo-las? Como sabe-las?
Isso são apenas provocações,pegue tudo isso e jogue fora...
Por que o poema não tem titulo?
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