Tuas linhas
Suas formas
O traço de teu rosto.
O redondo dos olhos.
As curvas de tua boca.
O oval da face.
Guardei,
Desenhei na parede,
Pintei numa tela,
Aquarelei no meu quarto.
Descrevi na poesia,
Por que a lembranças podem apagá-las
Deforma-las.
Quero eu que sejam fieis
A Ultima Imagem sua
Que gravei em mim
Feito tatuagem.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Noite de volúpias
Desejos carnais
Do querer pele sobre pele
Pulsações entre pulsações.
Eloquente dança entre nossos corpos
Da música das respirações ofegantes
do toque, dos tons dos beijos
descontrolados na auge da sinfonia.
Descobrir o som do teu prazer
No delírio da posse
Descobrir o teu corpo e o perfume novo
transpirados na carne.
O sabor quente do te ter.
Nesta noite onde os ventos trazem sensações
Minha cama é uma eterna solidão
A tua espera.
Desejos carnais
Do querer pele sobre pele
Pulsações entre pulsações.
Eloquente dança entre nossos corpos
Da música das respirações ofegantes
do toque, dos tons dos beijos
descontrolados na auge da sinfonia.
Descobrir o som do teu prazer
No delírio da posse
Descobrir o teu corpo e o perfume novo
transpirados na carne.
O sabor quente do te ter.
Nesta noite onde os ventos trazem sensações
Minha cama é uma eterna solidão
A tua espera.
15/02/09
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Adolescência.
O gosto da adolescência tocou-me
Das músicas coradas,
Amores platônicos tocáveis,
Lágrimas destas novas experiências,
De uma vida de pareceres,
Pareceu terminar ontem.
Tempo dos violões nas quadras,
Brincadeiras roubadas das aulas,
Cartas, como esta
Deixadas no caderno
Na última folha
Das matérias juvenis.
Das músicas coradas,
Amores platônicos tocáveis,
Lágrimas destas novas experiências,
De uma vida de pareceres,
Pareceu terminar ontem.
Tempo dos violões nas quadras,
Brincadeiras roubadas das aulas,
Cartas, como esta
Deixadas no caderno
Na última folha
Das matérias juvenis.
Tão únicos,iguais
Teus gestos resumem,
Os meus concluem
Uma teoria louca
Naturalmente encaixam-se.
A tua gargalhada dentro da minha,
Os teus olhos passam a inquietação dos meus.
As palavras soltas,
Casando...
É engraçado
Simplesmente
Querer definir
Suas linhas
No teu rosto.
Porque inteiramente completam -se
Eu e tu
Nós.
Melado?O é ,
Mas todo amor é doce
E eu sou uma formiga a tua procura.
Teus gestos resumem,
Os meus concluem
Uma teoria louca
Naturalmente encaixam-se.
A tua gargalhada dentro da minha,
Os teus olhos passam a inquietação dos meus.
As palavras soltas,
Casando...
É engraçado
Simplesmente
Querer definir
Suas linhas
No teu rosto.
Porque inteiramente completam -se
Eu e tu
Nós.
Melado?O é ,
Mas todo amor é doce
E eu sou uma formiga a tua procura.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Liana.
Há 20 anos calejados neste corpo,
Branco, quente, criança,
Tão inocente como ontem
Em um hoje de incertezas.
Esta carcaça jovem
É um livro em páginas incompletas
As marcas de cada um que por mim passa
E outras tantas que o tempo revela.
Há registros de mulequices nos joelhos
E da maternidade em tantas partes,
Memórias entrenhadas na pele
Nos olhos,
A caixa de intensos segredos.
A vida penetra
Neste ponteiros teimosos,
Cochicham
O quanto tudo de mim espera,
O quanto de Liana há de desabrochar.
Branco, quente, criança,
Tão inocente como ontem
Em um hoje de incertezas.
Esta carcaça jovem
É um livro em páginas incompletas
As marcas de cada um que por mim passa
E outras tantas que o tempo revela.
Há registros de mulequices nos joelhos
E da maternidade em tantas partes,
Memórias entrenhadas na pele
Nos olhos,
A caixa de intensos segredos.
A vida penetra
Neste ponteiros teimosos,
Cochicham
O quanto tudo de mim espera,
O quanto de Liana há de desabrochar.
Favelas.
Casas sobre casas
Num laranja-tijolo
Num cinza telhado
No escuro da pobreza.
São lânguidas vidas na janela.
Amedrontadas,
No lar-presídio,
A margem da cidade,
Da sociedade,
Do abismo.
No refúgio noturno
Na chuva da morte,
Das balas sobre cabeças,
Nas casas sobre casas.
Num laranja-tijolo
Num cinza telhado
No escuro da pobreza.
São lânguidas vidas na janela.
Amedrontadas,
No lar-presídio,
A margem da cidade,
Da sociedade,
Do abismo.
No refúgio noturno
Na chuva da morte,
Das balas sobre cabeças,
Nas casas sobre casas.
Eu via...
Eu via decepção nos olhos
Encharcados de lágrimas e dor.
Eu via a cena incomun,
Assustada,
Daquele dia,
Martelante na mente.
O Espanto comungando com a Covardia,
Na mesa sentada com a Raiva
Loucura,
O Desespero e a Perca,
No auge no ciúme.
Via-me perdida, desnorteada.
No meio,
Passiva.
Na fogueira do álcool,
Eu via
As memórias da família,
Torcidas no fogo.
Nas labaredas,
Nas sobras das cinzas.
Eu via
O retrato de felicidade
Do último momento
Acabado pela insensatez.
Encharcados de lágrimas e dor.
Eu via a cena incomun,
Assustada,
Daquele dia,
Martelante na mente.
O Espanto comungando com a Covardia,
Na mesa sentada com a Raiva
Loucura,
O Desespero e a Perca,
No auge no ciúme.
Via-me perdida, desnorteada.
No meio,
Passiva.
Na fogueira do álcool,
Eu via
As memórias da família,
Torcidas no fogo.
Nas labaredas,
Nas sobras das cinzas.
Eu via
O retrato de felicidade
Do último momento
Acabado pela insensatez.
Assinar:
Postagens (Atom)